Por que a Murabei realiza o Connect, agora em sua sétima edição
O Murabei Connect expressa a forma como a Murabei entende inovação: como articulação entre pessoas, conhecimento e desafios reais.
Ao longo de sete edições, o Connect passou por Paraty, São Paulo, Ouro Preto, Salvador, Belém e Natal, retornando agora a São Paulo. Seu objetivo sempre foi criar um ambiente de intercâmbio entre clientes, academia e colaboradores, aproximando perspectivas e transformando trocas qualificadas em iniciativas concretas.
Nesse contexto, a Murabei atua como ponte entre desafios aplicados e rigor científico, entre as necessidades dos clientes e a reflexão técnica. O Connect nasce desse ponto de interseção: um espaço para compartilhar experiências, discutir métodos, circular ideias e estimular projetos com potencial de aplicação.
A própria dinâmica do encontro reflete essa proposta. Embora o evento central aconteça na sexta-feira, o Murabei Connect começa, de fato, na quinta, com reencontros e conversas iniciais entre colaboradores. O sábado é dedicado à confraternização da equipe. Esse aspecto é relevante para a Murabei, cujo modelo de trabalho é majoritariamente remoto. Os encontros presenciais também cumprem a função de fortalecer vínculos internos e integrar pessoas que atuam à distância.
A edição deste ano, realizada em 20 de março, em São Paulo, contou com cases apresentados por clientes como GSK, ArcelorMittal, Cemig e Previc, trazendo ao encontro discussões concretas sobre aplicações, resultados e diferentes contextos de atuação. Houve também palestras de professores convidados Amit Bhaya (UFRJ), Caio Freire (UFsCar), Felipe Fanchini (EBTT-UNESP) e Guilherme Ludwig (UNICAMP) reforçando a conexão com a academia, além da participação da Neo4j, parceira tecnológica.
Outro destaque foi a sessão com 11 pôsteres de pesquisas internas, apresentados por colaboradores da Murabei. Essa dimensão é parte da cultura da empresa. A Murabei incentiva seus profissionais a desenvolver pesquisas, publicar e participar de eventos, mantendo uma relação contínua com a produção de conhecimento. Isso contribui para sustentar qualidade técnica, originalidade e capacidade de evolução.
O encerramento da edição contou ainda com uma sessão de jazz, organizada pela professora Beatriz Raposo (USP) integrando ao encontro uma dimensão de convivência que dialoga com o próprio espírito do evento.
Chegar à sétima edição representa, para Murabei, a reafirmação de uma convicção: a inovação se constrói em rede, com profundidade técnica, diálogo e capacidade de transformar troca qualificada em realização concreta.
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